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Algo de podre no Reino - Ary Júnior Barreiros da Silva

05/08/2016

Onde há fumaça, há fogo.  A história da moça que diz ter informações privilegiadas a respeito do dia a dia do Criciúma, é, no mínimo, intrigante.  Não há que se falar em especulações, porém, ou essa situação se esclarece de uma vez por todas, ou o grupo gestor do Criciúma cai em desgraça.  A falta de transparência, as contratações equivocadas, as dispensas inexplicáveis, rescisões na calada da noite (Cavalinho) e, a prática de um futebol sofrível tem feito o Criciúma exibir aos seus torcedores um cenário extremamente sofrível.  As dispensas recentes (deverão haver outras) denotam os erros cometidos.  Roger Guedes foi para o Palmeiras e o Tigre recebeu jogadores de baixíssima qualidade técnica.  Enquanto Roger se valoriza no Palmeiras, aqui, os jogadores de lá advindos, não servem nem mesmo para moeda de troca.  A saída de Cavalinho, muito mal contada e agora, a rescisão com Elvis.  Por pior que viesse jogando ainda estava acima da média em relação aos demais da posição e ser dispensando por deficiência técnica é um verdadeiro absurdo. 

Falem a verdade senhores.  Ou será necessário que uma operação LAVA TIGRE  seja instalada?  Estamos sempre no aguardo imaginando que as coisas possam melhorar e a cada ano é mais descalabro.  Gostaria de pedir a essa comissão técnica e aos dirigentes: POR FAVOR, PENSEM 2017 DESDE JÁ!  Estamos cientes de que vão acabar o campeonato da Série B com atletas da base pois nesse momento não há material humano de qualidade no mercado. O que vier será para sentar no banco e olhe la!!!!   Então pelo amor de Deus, planejem 2017 e não repitam essa prática de montar time com a competição em andamento.  Essa prática é desconexa com planejamento.  Em sendo assim, fica demonstrado que planejamento é algo que inexiste no Heriberto Hulse.  Imploramos, pensem 2017 agora!

Ary Júnior Barreiros da Silva

Natural de Urussanga (SC). Foi goleiro de futebol de Salão do Benfica – Imbituba-SC  e atleta de handball da CME e Laguna na década de 70. Em Concórdia (SC), onde reside atualmente, atuou como diretor do Concórdia Atlético Clube.  Acompanha o Criciúma desde 1978 quando era aluno da Escola Técnica Federal de Santa  Catarina, em Florianópolis, e as cores do uniforme ainda eram o azul e branco. Nessa época, presenciou grandes atuações do time comandado por Ademir Patrício, Laerte, Serrano, entre outros, fazendo-se assim, torcedor desde então. 

Formado em Direito e Administração de Empresas, Mestre em Direito Internacional. Professor Universitário. Tem programa semanal na 104 FM de Concórdia-SC.  Preside atualmente o Miura Clube de Santa Catarina (Veteran Car) e a OSCIP Ventre Livre na cidade de Concórdia.

 

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