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Não há novidade - Ary Júnior Barreiros da Silva

18/07/2016

Roberto Cavalo contestado?  Sempre foi dito que pela forma como conduzem as ações no Criciúma o técnico seria, em breve, alvo das atenções.  Aí está.  A montagem do grupo para a Série B foi uma colcha de retalhos, para não mencionar aqui, um termo mais ácido.  Metade da competição e ainda não se tem um grupo com a marca de titularidade efetiva.  Se agirem com prudência seria interessante já pensarem em 2017.  Sim, agora mesmo em julho.  Começar a observar atletas para ao final do ano iniciar de forma mais prática e direta o ciclo de contratações.  O Criciúma vem padecendo dessa forma de agir vem causando feridas irreversíveis no time, no grupo, na entidade. 

Prova disso é que o treinador agora diz que precisa de reforços.  Ora, com 50% da competição já cumprida e o grupo ainda carece de peças para compô-lo?  Quantos atletas temos no elenco atualmente?  Nem é preciso dizer.  Ou seja, o cenário que se apresenta é o mesmo.  Jogadores que chegam ao Heriberto Hulse, recebem seus salários em dia e nem sequer pisam no gramado para um ou dois jogos.   Enquanto não adotarem uma nova política de contratações, séria, com avalição preliminar e acima de tudo, com conhecimento, teremos esse descalabro e por consequência, a inevitável queda de produção e com o risco de mudar de lugar, passar a ocupar a Série C.  Não é possível ter segurança nem certeza no acesso com tanta coisa errada rondando o HH.  E por fim, o que dissemos em fevereiro repete-se agora.  Roberto Cavalo pode ter seu nome maculado na história do Criciúma.  E fora avisado.  Calou, aceitou, omitiu-se, então....

Ou já não tem jornalista ensaiando a derrubada do técnico?

 

Ary Júnior Barreiros da Silva

Natural de Urussanga (SC). Foi goleiro de futebol de Salão do Benfica – Imbituba-SC  e atleta de handball da CME e Laguna na década de 70. Em Concórdia (SC), onde reside atualmente, atuou como diretor do Concórdia Atlético Clube.  Acompanha o Criciúma desde 1978 quando era aluno da Escola Técnica Federal de Santa  Catarina, em Florianópolis, e as cores do uniforme ainda eram o azul e branco. Nessa época, presenciou grandes atuações do time comandado por Ademir Patrício, Laerte, Serrano, entre outros, fazendo-se assim, torcedor desde então. 

Formado em Direito e Administração de Empresas, Mestre em Direito Internacional. Professor Universitário. Tem programa semanal na 104 FM de Concórdia-SC.  Preside atualmente o Miura Clube de Santa Catarina (Veteran Car) e a OSCIP Ventre Livre na cidade de Concórdia.

 

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