Colunas

Tenebroso - Ary Júnior Barreiros da Silva

13/06/2016

A Seleção Brasileira em sua trajetória com requintes de mediocridade vai conquistando seu verdadeiro espaço.  No rol dos comuns.  As gestões desastrosas e desonestas, a desordem  geram resultados os quais nos envergonham.  Bom seria mesmo ficar de fora da próxima Copa do Mundo pois somente assim a sociedade passaria a ver esse antro de corrupção com olhares que não os que a Globo deseja.

Nosso Criciúma vai num caminho das incertezas, insegurança.  Um time que não se firma, e o que se vê são atletas ainda sem dar o retorno esperado.  O mesmo serve ao treinador que quando faz jogos fora de seus domínios monta uma proposta de jogo ridícula e tal proposta já se mostrou sem efeito algum.  Empates e derrotas são os resultados que tem conseguido com a postura que assumiu.

Além disso, o discurso após cada revés se torna despido que convencimento e tal condição leva o torcedor a nutrir mais e mais desconfiança a cada jogo.  Perder para o lanterna quando havia até a expectativa de uma possível vitória, é, sem dúvida, uma situação de vexame.

O texto é escrito no dia 13-06-2016, portanto, um dia antes do jogo contra o Bahia.  Em caso de derrota, já na 9ª rodada será necessário reavaliar o trabalho.  Aliás, trabalho que a diretoria dizia no início estar apenas com vistas à manutenção do time na Série B.  E em pouco tempo já mudavam os planos e metas dizendo que o objetivo passava a ser a classificação para a Série A.

Tais oscilações mostram claramente a ausência de um planejamento efetivo.  Muito se precisa melhorar e não vejo com o grupo montado, condições que o torcedor possa sonhar com algo melhor.  Portanto, havendo uma derrota para o Bahia, em casa, o alerta deverá ser sim, disparado.  Caso não façam isso e admitam que tudo vai bem, é sinal de que a vaca vai pro brejo mesmo.

 

 

Ary Júnior Barreiros da Silva

Natural de Urussanga (SC). Foi goleiro de futebol de Salão do Benfica – Imbituba-SC  e atleta de handball da CME e Laguna na década de 70. Em Concórdia (SC), onde reside atualmente, atuou como diretor do Concórdia Atlético Clube.  Acompanha o Criciúma desde 1978 quando era aluno da Escola Técnica Federal de Santa  Catarina, em Florianópolis, e as cores do uniforme ainda eram o azul e branco. Nessa época, presenciou grandes atuações do time comandado por Ademir Patrício, Laerte, Serrano, entre outros, fazendo-se assim, torcedor desde então. 

Formado em Direito e Administração de Empresas, Mestre em Direito Internacional. Professor Universitário. Tem programa semanal na 104 FM de Concórdia-SC.  Preside atualmente o Miura Clube de Santa Catarina (Veteran Car) e a OSCIP Ventre Livre na cidade de Concórdia.

 

Entre em contato com este colunista:
aryjrbs@yahoo.com.br